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segunda-feira, 17 de maio de 2010

SAUDADE


Esta distância neutra
Compactuando com os suplícios

Este tempo anestesiado
Numa retrospectiva homérica
Especulando o vozerio de uma liberdade:

Liberdade destes deuses
Que podem amenizar os meus pesares

Uma saudade ablastêmica
Incorporada na costela do poeta
Como um vento morto que não sopra os Minuanos

Desejos febris lancinantes
Conspirando ilusões esclerosadas e débeis

Martirizando o meu egocentrismo...


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