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terça-feira, 18 de maio de 2010

CÂNTICO XVII



Não aceitas inverdades
Como se fossem luzes a te iluminar...
Sejas da vanguarda.
Invista os teus sonhos mais etéreos
Na pesquisa.
No discernimento.
Na analogia.
No teu resumo.
Na tua análise.
Na tua psicanálise
De estar incontido
Dentro de ti mesmo
Irremediavelmente translúcido.
Seja a infinidade da tua glorificada tristeza
Que arrefece os teus prazeres...
Seja a depuração
Do teu espírito melindroso;
Não gozas a vida
Mais do que ela te goze...
Sejas atento dentro de ti mesmo
No apogeu
Da tua eternidade...

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