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segunda-feira, 17 de maio de 2010

PERDÃO


Vergam-se os cílios
Nos cálices do arrependimento

Emborcam vis jornadas
Embrutecidas no tédio doentio
Propiciando suspiros envergonhados de dores

Ó como mutilei o coração
De uma princesa endoidecida de drogas!

Uma fervura de miolos
Numa relatividade de momentos
Principia o meu remorso cruciante de constrangimento:

Se eu preciso te pedir perdão
Que seja genuinamente poética a constatação...

Poema pungente pelo perdão!


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