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terça-feira, 18 de maio de 2010

CÂNTICO XXIV



Sejas, no teu espelho,
O reflexo da vida.
O reflexo da tua própria vida.
Sem máscaras.
Sem a ideologia
Que dispersa o teu pensamento.
Que desvanece o amor em ti mesmo diverso.
Seja o verso da tua poesia
Que o alimenta.
Sem utopias.
Sem quimeras.
Nas mãos do teu lúdico.
Seja o seu amanhã discreto
Na tua liberdade
De confabular com as estrelas.
No teu juízo de pensar
Em ti mesmo.
E em teu Deus
No influxo da eternidade...

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