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sábado, 29 de janeiro de 2011

GEMIDOS


Agrilhoar vozes
É como uma agrura

E as agudezas pétreas
Porquanto aguerridos cães
Alavancam os gemidos incautos

São alambicados
Os políticos agnósticos!

Aguaçais epidêmicos afeitos
Porquanto se aferram religiosidade
Como um aforismo afogueando os pecados:

Mas uns afamados
(porquanto aflorados os egos)

Acossam-nos...

(por Rafael Gafforelli)

NEFASTO


Eu agastar-me-ei
Nestes egos funestos?

Esta agrura mercenária
Porquanto dinheiro é alabastro
Como os luzeiros glaciais das amplidões...

Cidades aguaçais
São alarmismos aguerridos!

Alambicados capitalistas airosos
Porquanto são agnósticos mui vangloriosos
Como mendigos aguacentos obterão espiritualidade:

E os alaridos suplicantes
Porquanto as alamedas aguilhoam

As agaváceas...

(por Rafael Gafforelli)

TRÁFICO


São agnósticos
Os guardiões do Mal?

A polícia não agrilhoa
Porquanto a agrura é surreal
Como um aguacento delegado airoso

Mui aglutinante
São as aguerridas ervas...

Aguilhoando incautos viciados
Porquanto a agrimensura católica atroz
Como os agastados abaixo das agaváceas adulam:

Mas a minha agudeza
(porquanto o idealismo é penoso)

É atemporal...

(por Rafael Gafforelli)

CADÁVER




Adstrito na lua,
O Papa é o lunático?

Um defunto adventício
Porquanto aflorar demências
É como afagar onirismos afogueados

Todo afamado,
O Papa está aferroado!

Sou um morto-vivo afeito
Porquanto aficionado à denúncia
Como um aforismo agadanhando adventismo:

Um Papa aflautado
(porquanto à hipocrisia aética)

É um acerbo...

(por Rafael Gafforelli)

ASFALTO



Adstrito às matas
O asfalto é o adventício

Aético em seus adornos
Porquanto se aferra às emoções
Como um afamado estabilizador dorido

E as velhas raposas
Adulam a hipócrita afasia!

Afeito com as aberrantes impulsões
(porquanto se afloram segredos afogueados),
O povo incauto desfila sobre asfaltos férvidos em afluxo:

E o poeta aformoseado
Porquanto o vozerio afervorado

Tem adustão...

(por Rafael Gafforelli)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

VOLÚPIA



Longe da política,
Sou poeta voluptuoso

Mas se eu sou afeito
Porquanto vivo a aferroar-me
Como um aficionado pela vanguarda

E afogueado,
Agadanho os afamados?

Afogueio-me nos braços da vida
Porquanto afervorado nesta vil poética
Tanto que o meu aforismo delibera e aformoseia-se:

Agadanhar-me-ei na luz
Porquanto que a adustão afogueie

O libidinoso...

(por Rafael Gafforelli)





ESQUÁLIDO



Se esta afasia
Não afaga a verso?

Aéticos e afamados
Porquanto a Terra é má
Sendo não mais que purgatório

E afatigado,
Aferro-me a sonhos!

O adventismo sonha em Cristo
Porquanto é entusiasta por seu retorno
Como um aforismo que exprime um ditado adstrito:

E o poeta aflautado
(porquanto a poesia o aflora)

Aformoseia-se...

(por Rafael Gafforelli)

EXCREÇÃO



Sou afadigado
Nesta excreção afã

E o corpo adunco
Porquanto engancha afeito
Como um afamado luar aficionado

Aflautado,
O poeta te inspira!

Aferroando os teus encantos
Porquanto sou afogueado de emoções
Ainda que a tua excreção a afoguear mitologias:

E o meu aforismo
Aformoseando o teu afluxo

Ó política!

(por Rafael Gafforelli)

RUMOREJO

Sem a acefalia,
O meu povo abunda

E o murmúrio do vozerio
Porquanto um acalorado poeta
Como um achego se pronuncia louco

Acavalados,
Os políticos acidulam!

E o povo sempre acoimado
Porquanto acalantar sonhos acéfalos
Como acerar indulgências que serão acerbos:

E o meu acoroçoar
(porquanto a acracia é visível)

Acossando...

(por Rafael Gafforelli)

DISSOLUTO



Acrisolar o social
Só acurando os políticos

Sendo devassos e aderentes
Porquanto o adesionismo poético
Como água e azeite não se misturam

Como adenóide,
Transpiram em linfáticos!

E ilustríssimos depravados adidos
(porquanto as adjacências são gosmentas)
São acrofóbicos adesionistas adocicando adiposos:

E o poeta adensado
Porquanto se adereça de lírios

Adelgaçados...

(por Rafael Gafforelli)

ÍMPETO




Acrisolar-me-ei
Ao meu povo incauto

E a minha acuidade
Porquanto eu açulo os cães
Acutangulado por inércias políticas

Acromático
Sou acústico adensado!

Adereçar-me-ei ao meu povo
Porquanto o adesionismo está adiposo
Como o adir de todas as nações e as adjacências:

Mui adocicado
Porquanto sou Adônis

Acurando...

(por Rafael Gafforelli)

DESUMANO


Este teu acinte
Neste aclive dorido

E o acólito acerbo
Porquanto o padre acéfalo
Despedaça uma hóstia acoimada

A acrimônia
Acossa o acabrunhado!

O acoroçoar daquele acólito
Porquanto a acracia do padre é abstrusa
Como uma pantera acarneirada acalantando abduzir:

O padre abandalhado
Abeirando-se ao corrimão de ouro

É um abantesma...

(por Rafael Gafforelli)










FÔLEGO


Porque abalo
Encontrarão a paz?

Abarcantes alucinações
Porquanto os labirintos abarcam
Como os tentáculos dos polvos oceânicos

Se eu me abduzir
Haverei de ser abantesma?

Abiótico e sem nenhuma formosura
Porquanto estou abespinhado a comer abio
Como a abjeção do colarinho branco enegrecendo-se:

Numa sutil ablação
Resgataram o meu coração

Abissal...

(por Rafael Gafforelli)

IMPIEDADE


Sendo um absorto,
Vejo um poeta abstruso...

Acabrunhado pela política
Porquanto a cultura é acarneirada
Contradizendo a poesia acalorada e acerada

Acalantar sonhos
É uma acoimada expiação!

Esta acefalia acavalada sem achego
Porquanto o acinte abissal sobre as acácias
Como um abrasador discurso abespinhando um poeta:

E abeirado à cultura
(porquanto sou artista aberrante),

Sou abiótico...

(por Rafael Gafforelli)

LAMPEJO


Eu me abarco
Na abastança abissal

Sou um poeta abiótico
Porquanto o social é taciturno
Como a minha alma poética abjeta

E a abjuração
É a minha escuridão?

Abandalham o meu povo
Porquanto são abafantes políticas
Como uns tubarões a devorar mil peixinhos:

Abrandem as torturas
Porquanto, abscôndita, será

A evolução...

(Rafael Gafforelli)