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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

LAMPEJO


Eu me abarco
Na abastança abissal

Sou um poeta abiótico
Porquanto o social é taciturno
Como a minha alma poética abjeta

E a abjuração
É a minha escuridão?

Abandalham o meu povo
Porquanto são abafantes políticas
Como uns tubarões a devorar mil peixinhos:

Abrandem as torturas
Porquanto, abscôndita, será

A evolução...

(Rafael Gafforelli)

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