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sábado, 26 de junho de 2010

A MINHA SINCERIDADE

Eu escrevo o que sinto:
 Não é necessariamente o teu sentir;
 Mas não minto nas entranhas insólitas do porvir.
 Eu me sinto na imaginação
 Numa poesia dilacerada e toda adversa...
 E dôo o meu coração nas linhas que o poema versa.
 A minha alma é poesia
 Rasgando o ventre em construção.
 Eu versifico mais tristeza na minha instrução.
 E descrevo as emoções
 Nos meus temores de necessidade:
 Eu sou um poeta louco vegetando
• [na minha cidade...

(por Fernando Pellisoli)


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