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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

NOITE DE CARNAVAL SILENCIOSA

O condomínio está silencioso
Nem parece que hoje começou o carnaval

É evidente que os foliões se foram
Para brincar na avenida e nos bailes e nas ruas
Só o poeta da tristeza que perdeu a graça de saracotear

Madrugada de grilos emudecidos
E cá estou eu a dialogar comigo mesmo

Agora eu ouço fogos de artifícios
Que me trazem lembranças festivas do ano novo
Nunca vi este tipo de comemoração em carnavais vivenciados

Meu poema não precisa de artifícios
Para explodir dentro de mim as emoções mais vivas

Apenas silêncio e serenidade!

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