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domingo, 14 de fevereiro de 2010

CORAÇÃO DE POETA POBRE

Esta mania desconcertante
De querer mudar o mundo num movimento cultural

Num estalar de dedos marciais
Pudesse metamorfosear os instintos animais
De uma geração que continua a imitar os erros do passado

Este sonhar tolamente poético
Que me faz acreditar em políticos revolucionários

Coração de poeta paupérrimo
Aludindo conspirações de harmonias celestiais
No processo de regeneração deste expiatório planeta Terra

Expulsando os maus espíritos degenerados

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